
Negócio ainda depende de análise do Cade para se concretizar
Gol e Webjet devem continuar operando separadamente até que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) finalize a análise da fusão. De acordo com informações publicadas na dição dessa quinta-feira, 14, pelo jornal Folha de S. Paulo, a tendência é que o órgão antitruste determine que ambas as empresas assinem um Apro (Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação), tipo de acordo geralmente firmado em operações que envolvem empresas com grande participação de mercado.
O receio do Cade é que a absorção dos slots - horários e locais para pouso e decolagem, um dos ativos mais concorridos nos principais aeroportos brasileiros - da Webjet potencialize a fatia de mercado da Gol, cuja participação poderia saltar para 40,55% do mercado, ante 44,43% da TAM. Avaliada em R$ 310,7 milhões, a Webjet foi comprada pela Gol por R$ 96 milhões, numa transação que foi anunciada na última sexta-feira, 8.