Julian Assange entrou com o pedido de registo de seu nome em meio às batalhas judiciais envolvendo a sua extradição para a Suécia
Em meio às disputas judiciais decorrentes do pedido de sua extradição, solicitada pela justiça da Suécia ao governo britânico, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, entrou com um pedido para registrar o nome dele como uma marca.
O objetivo de Assange é evitar que o seu nome seja utilizado por terceiros em serviços relacionados à educação, jornalismo e entretenimento. Se o pedido, protocolado em 14 de fevereiro, for aceito, o mais cultuado hacker da atualidade deterá os direitos de explorar o seu nome em negócios nesses segmentos.
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Assange, que é acusado por crimes sexuais na Suécia, teve a sua extradição para o país nórdico aprovada por um juiz britânico na quinta-feira 24. A defesa dele já apelou contra a decisão e a batalha judicial seguirá. O hacker alega inocência e diz ser vítima de uma conspiração motivada pela divulgação, por meio do WikiLeaks, de segredos militares e diplomáticos de diversos países.