Principal torneio internacional no Brasil será disputado entre 5 e 12 de fevereiro por mais de 60 tenistas tendo a Gillete como principal patrocinadora
A primeira edição do Brasil Open de tênis, como etapa integrante do circuito mundial da ATP, aconteceu há exatos dez anos, dois meses após Gustavo Kuerten alcançar o topo do ranking mundial. O auge da carreira de Guga serviu de combustível para estabelecer no País um dos três torneios da ATP na América do Sul. Após se despedir na edição de 2008, após vencer duas edições, poderia se imaginar que o torneio ficaria órfão sem o seu maior ídolo. Mas foi o momento em que o Brasil começou a conquistar um novo patamar na economia mundial, renovando o ânimo dos patrocinadores.
Este ano, em sua 11ª edição, o Brasil terá a Gillete pela segunda vez como principal patrocinadora, além das ilustres presenças de VW, Petrobras, Claro, Correios, Stella Artois, Centauro e Babolat (bola oficial do torneio) no time de marcas que se associam ao evento organizado pela Koch Tavares desde sua primeira edição na Costa do Sauípe, na Bahia. A agência também desenvolveu uma série de ações extra-quadra para os patrocinadores, além do marketing de relacionamento, permitindo às marcas trazer seus convidados corporativos.
As principais atrações internacionais entre os mais de 60 tenistas que disputam o torneio de simples e duplas entre 5 e 12 de fevereiro serão os últimos três campeões, os espanhóis Juan Carlos Ferrero (ex-número 1 do mundo, campeão em 2010), Tommy Robredo (2009) e Nicolas Almagro (2008). Pelo lado brasileiro, Thomaz Belucci, melhor classificado no ranking da ATP; Ricardo Mello, além dos jovens Tiago Fernandes e Joel Souza são as esperanças brasileiras para encarar a armada de espanhóis e argentinos. Nas duplas, o destaque é a presença inédita da dupla número 1 do mundo, formada pelos gêmeos idênticos Bob e Mike Bryan, dos EUA. Ao todo serão US$ 527 mil em prêmios, fora os cachês que as estrelas internacionais habitualmente exigem para participarem dos torneios fora do circuito EUA e Europa.
Luiz Procopio Carvalho, diretor do Brasil Open e gerente de Esportes da Koch Tavares, afirma que não são apenas eventuais bonificações que garantem a presença de estrelas internacionais. "Não é fácil trazer estrelas para jogar na América do Sul por conta do desgaste. Mas o Brasil Open tem sido uma opção frequente no planejamento de muitos grandes jogadores, como os que estarão este ano no Sauipe", diz Carvalho, destacando a infraestrutura da resort baiano.
Após o Brasil Open, a Koch Tavares passará a focar no Mundialito de Clubes de Beach Soccer, evento realizado com a chancela da Fifa, em uma estrutura montada na Represa de Guarapiranga, em São Paulo, no mês de março.