sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Contagem regressiva para o GameWorld 2011

Evento de jogos eletrônicos une feira e prêmio; nesta edição, destaque fica para os games em 3D

Divulgação Maior evento do setor é composto de feira e competições
Os fanáticos por games já estão contando as horas. No final de semana de 11,12 e 13 de março, São Paulo receberá a sétima edição do GameWorld – maior evento do setor que, composto por feira e prêmio, mobilizou quase 10 mil pessoas em sua última edição. Para 2011 são esperados pelo menos 15 mil visitantes.

Com promoção da Tambor – empresa de mídia e marketing especializada no segmento dos games – o GameWorld 2011 é apresentado pela NC Games, maior distribuidora brasileira do setor, e conta com o patrocínio da AMD, Level Up, Hudson, Konami, Nvidia e WB Games/EA. GalaNet e Shopping Frei Caneca – cujo espaço de eventos sedia a feira – também apoiam o evento.

Dentre as novidades apresentadas nesta edição, são aguardadas as demonstrações do novo aparelho da Nintendo, o Nintendo 3DS – que além de jogos em 3D também rodará e gravará filmes com esta tecnologia – e jogos para Kinect, tecnologia que transforma o corpo dos jogadores em controles através de sensores. Jogos em 3D para computadores também serão demonstrados em monitores gigantes.

O Trófeu GameWorld volta para premiar os melhores cases do mercado, divididos em 25 categorias – com destaque para as novas categorias, Melhor Game Nacional e Melhor Advergame (jogo realizado para fins de marketing). Outra grande novidade é o GameWorld Business, “sub-evento” que acontecerá na sexta-feira, 11, e será destinado ao networking entre profissionais do mundo dos games. Além das oportunidades de contato, o GameWorld Business ainda apresentará painéis reunindo experts na área, para discutir o papel do Brasil no segmento, o potencial de varejo e muitos outros temas sobre a indústria dos games. Segundo André Forastieri, diretor editorial da Tambor, “é uma ótima oportunidade para o profissional de marketing e publicidade ver o poder que tem este mercado, que no Brasil ainda não é entendido como mídia”.